Deficit habitacional no Brasil
Enviada em 27/04/2022
O romance filosófico “Utopia”-criado pelo inglês Thomas Morus- retrata uma civilização perfeita e idealizada na qual a engrenagem social é altamente segurar desprovida de problemas.No entanto, tal obra fictícia mostra-se distante da realidade contemporânea em relação aos desafios para amenizar o déficit habitacional no Brasil. Diante do exposto, cabe analisar a falta de políticas públicas e as rápidas transformações sociais ocorridas atualmente.
Em primeiro plano, observa-se que a escassez de doutrinas públicas consiste em um fator potencializado do auto desemprego e da baixa renda apresentada por essa parcela da população. Ademais,é preciso salientar as diversas modificações sócias existentes, a qual desenvolve o problema. a esse respeito, sob a perspectiva do filósofo John Locke, o Estado foi criado por um pacto social para assegurar os direitos fundamentais dos indivíduos e proporcionar relações harmõnicas . Entretanto, é notório o rompimento desse contrato social no cenário brasileiro, visto que com a negligência estatal, as cidades não foram planejadas com infraestruturas adequadas para acolher uma grande quantidade de habitantes, fruto de um intenso êxodo rural, em busca de melhores condições de vida, ocasionando a construção de moradias em áreas remotas ou prerigosas. Dificultando, dessa maneira, a locomoção e os excluindo perante as outras esferas sociais.Logo, fica evidente a ineficiência da máquina administrativa na resolução dessa situação.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir o déficit habitacional no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal desenvolver projetos econômicos e de construção, a fim de oferecer uma moradia adequada em locais seguros e um auxílio financeiro para as famílias necessitadas. Somente assim, haverá uma redução no números e famílias que moram nas ruas e um aumento na segurança de toda a população