Desafios da indústria da moda para reduzir o impacto ambiental
Enviada em 15/05/2023
A ascensão da indústria textíl, a partir da Revolução Industrial, modificou drasticamente a forma de produzir e consumir no mundo capitalista. Como consequência, a exploração excessiva dos recursos naturais e a falta de uma legislação rigorosa quanto aos impactos ambientais formaram uma indústria da moda degradativa, a qual não possui sustentabilidade no mundo contemporâneo.
Nesse sentido, ressalta-se a teoria sociológica desenvolvida pelos pensadores da escola de Frankfurt. De acordo com os pesquisadores, a indústria cultural, desenvolvida pelas grandes empresas, objetiva incetivar o consumo imediato em massa de bens materiais, por meio da publicidade excessiva. Dessa forma, a degradação ambiental causada para a produção industrial é feita de forma consecutiva, o que não permite a sustentabilidade desse cenário, tornando-se um desafio atual.
Nessa lógica, observa-se que a mentalidade comportamental do indivíduo contemporâneo também é propulsora da exploração em massa do meio ambeinte, pois é formada resumidamente em consumir e produzir, o que resulta num abuso constante do meio ambiente. Consequentemente, a própria ideologia do mercado deve ser reformulada, pois a atual não leva em consideração os ciclos naturais, promovendo, assim, impactos ambientais extremos e contínuos.
Infere-se, portanto, que medidas exequíveis são necessárias para reduzir os impactos ambientais causados pela indústria da moda. Dessa forma, cabe ao governo federal promover a produção sustentável do setor textíl, por meio de incentivos fiscais para as empresas que comprovem a sustentabilidade de suas confecções; além disso, pode-se criar mecanismos legislativos que obriguem certa compensação ambiental para entedidade degradativas, com o intuito de minimizar os impactos ambientais ocasionados. Com essas mudanças, o crescimento social e ambienta será gerado, o que modificará os paradigmas criados desde a Revolução Industrial.