Desafios da indústria da moda para reduzir o impacto ambiental

Enviada em 16/05/2023

De acordo com a Associação Brasileira de Indústria Têxtil (ABIT), desde 2021, o Brasil gerou uma crescente mudança em relação ao pensamento sustentável para produção em mercadorias têxteis. Com isso, o comércio varejista cresceu exponeci-almente suas vendas, levando a visão de marca “sustentável” às prateleiras. Entre-tanto, os empresários estão focados nos desafios que a indústria da moda tem apresentado para minimizar os impactos à natureza e buscam desenvolver meto-logias para combater tal necessidade.

Primeiramente, as empresas estão localizadas próximas às margens dos rios, justamente pelo alto consumo de água em seus processos produtivos, sendo este o primeiro e principal recorte da era da sustentabilidade. Diante disso, maquinários importados com tecnologias sem uso de água estão sendo adquiridos com grande procura, conforme dito pela ABIT, os empresários estão “abrindo os bolsos” com ciência da visibilidade da marca e principalmente do retorno futuro para o meio ambiente.

Ademais, assim como a água, o solo, matérias-primas e luz, também foram substituídos, tais como, o uso de placas solares, materiais biodegradáveis, catá-logos em modelo PDF para redução de papéis, entre outros. Com isso, as leis de-senvolvidas para minimizar as contaminações das indústriais têxteis, devem estar em vigor e com constante acompanhamento de fiscais, afim de bonificar as marcas com selos que demonstrem o uso da sustentabilidade em seus processos, para que incentivem mais indústriais a realizarem o mesmo processo ou melhorá-los.

Logo, com as alterações de maquinários e processos produtivos estarem em desenvolvimento nas indústrias têxteis, cabe à ABIT juntamente com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, avaliar periodicamente as indústriais, identificando sua crescente mudança nos impactos ambientais e averiguar outras modalidades solicitas para combater outras possibilidades da demanda envolvendo o meio ambiente.