Desafios da indústria da moda para reduzir o impacto ambiental
Enviada em 22/05/2023
Locais como o “Cemitério de Roupas do Atacama”, localizado no Chile, demonstram os impactos ambientais que a indústria têxtil gera, não somente no Chile, como também no mundo todo. Sob essa óptica, nota-se que a implementação de modas mais sustentáveis deveria ser colocada em prática imediatamente. No entanto, o incentivo ao consumo excessivo e o uso de combustíveis fósseis na produção de roupas fazem com que tal realidade ainda seja utópica ao povo brasileiro.
Em primeiro plano, cabe destacar que o consumismo, estimulado, em grande parte, pelas mídias sociais, contribui para que os indivíduos comprem de maneira exagerada. Isso porque, de acordo com o site UOL, a média - mundial - de usos de cada peça de roupa é de apenas 7 vezes. Nesse sentido, a mídia é agente fundamental em tal processo, visto que, por meio de propagandas, influencia milhares de pessoas a adquirirem as últimas tendências da moda, afinal - segundo os anunciantes - a anterior já está ultrapassada. Desse modo, é perceptível que os meios de comunicação cooperam com o consumo exacerbado de vestimentas, o que, por conseguinte, gera um imenso problema para a preservação da natureza.
Ademais, outro fator determinante na falta de sustentabilidade na indústria das roupas é a maneira com que elas são produzidas. Segundo o site EBC, tal fábrica é a segunda maior poluente do mundo. Isso ocorre pois tecidos não sustentáveis - como o poliéster e o nylon - são produzidos utilizando petróleo, que é um comnustível fóssil, sendo assim, sua queima emite inúmeros gases de efeito estufa. Por conta disso, é induscutível que a moda causa impactos ambientais desde a sua produção.
Portanto, fica claro que medidas devem ser tomadas para que o problema seja resolvido. Para isso, é necessário que o Ministério da Educação promova campanhas, por meio de palestras nas escolas - promovidas por profissionais que produzam com sustentabilidade -, que visem a ensinar as crianças e adolescentes sobre o consumo consciente, além de induzir eles a preferirem a compra de tecidos mais sustentáveis, como o de bambu. Com essa medida, espera-se que os desafios sejam superados e a moda sustentável no Brasil deixe de ser uma utopia para se tornar realidade.