Desafios da indústria da moda para reduzir o impacto ambiental

Enviada em 06/06/2023

A constituição Federal de 1988- norma regente do sistema brasileiro- assegura em seu artigo 225, o direito de todos a um meio ambiente equilibrado, porém, sabe-se que os danos a ele, muitas vezes pelas indústrias, das quais, principalmente da moda, crescem exponencialmente no Brasil. Dessa forma, urge analisar não somente a inercia governamental, como também o papel do consumismo para o viés.

Nessa perspectiva, cabe pontuar a ineficiência Estatal no que tange a falta de fiscalização e ação quanto ao impacto industrial ao ambiente, e como disse o político, João Bosco Silva a responsabilidade social e a preservação ambiental significam um compromisso com a vida, desse modo tornando-se um dever de o governo garantir a segurança da natureza.

Ademais, é necessário frisar também o consumismo desnecessário como motivação para o desenvolvimento da situação ambiental enfrentado pelo país, sendo este um dos maiores pilares do mercado da moda, como previsto pelo filosofo Karl Marx, considerando a influencia de artistas, políticos e trabalhadores do ramo exercem na escolha de roupas da população em geral e que continuam o ciclo de compra e produção em massa construído pelo capitalismo.

Infere-se, portanto que o Estado deve aderir as providencias catalizadoras a fim de solucionar os danos da indústria da moda ao ecossistema e sustar seu dever para com os cidadãos da república. Para isso o ministério do meio ambiente, através de políticas públicas, deve investir na melhor fiscalização e regularização das repercussões na natureza, por meio da criação de leis que limitem a produção maléfica de indústrias têxtil, e assim, espera-se a diminuição da problemática.