Desafios da indústria da moda para reduzir o impacto ambiental

Enviada em 09/06/2023

Segundo o filósofo francês Sartre, o ser humano é livre e responsável, mas cabe a ele escolher seu modo de agir. Visto isso, os transtornos que a moda exerce no meio ambiente é uma preocupação, com os avanços da Revolução Industrial, recai sobre o homem o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. Dessa forma, é preciso refletir acerca do capitalismo e das consequências climáticas decorrentes da situação.

A princípio, é necessário entender a problemática do capitalismo diante do tema. Para o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a única certeza da sociedade é a convicção de que tudo vai mudar. Essa perspectiva pode ser observada na moda com o termo fast fashion, que na tradução livre, significa moda rápida e representa a velocidade que as roupas são feitas para seguir as tendências. Com o sistema de produção capitalista, as grandes empresas promovem suas roupas visando lucro, fato que favorece o consumismo exacerbado por meio da influência.

Como consequência disso, poucas marcas se atentam à sustentabilidade. De acordo com o jornal “Estadão”, a indústria têxtil é responsável por 8% da emissão de gás carbônico na atmosfera, que reflete diretamente no efeito estufa. Tal quadro evidencia a precariedade da prática sustentável. A grife “Osklen” foi pioneira Brasileira ao se tratar de educação ambiental, que desde a década de 90 mostra que é possível crescer se importando com a natureza.

Portanto, para que haja a redução de transtornos ambientais, são necessárias medidas. Para esse fim, nomes da moda devem, por meio da reciclagem, reduzir a emissão de carbono, de energia e de água, como as fábricas da “Burberry”. Além da compra de peças, realizadas pelos consumidores, em brechós. A partir desse modo de agir, a natureza pode ser conservada e a qualidade dos produtos têxtis, melhorada.