Desafios da indústria da moda para reduzir o impacto ambiental

Enviada em 12/12/2023

Segundo o químico Lavoisier “na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. De acordo com essa máxima, considerando os resíduos descartáveis gerado pela moda nos lixões, e aterros sanitários demora mais de 300 anos para se degradar.

Dessa forma, os resíduos perigosos que apresentam risco à saúde pública de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/10. Nessa ótica, os resíduos têxteis gerados pela indústria da moda tem causado poluição, segundo o site de notícias Vertown a indústria têxtil é o segundo maior gerador de gás carbônico só fica atrás do petróleo. Ademais, o Chile tem o maior deserto de roupas do mundo.

Outrossim, o “Fast fashion” uma prática muito comum utilizada pelas indústrias para garantir lucro e padronização do consumo. Além disso, o “Fast fashion” faz com que a população adquira as peças sem pensar no impacto ambiental que elas causam, conforme a fundação EllenMacArthur além do carbono obtido no processo de produção, atualmente, são perdidos 500 bilhões no descarte de roupa. Logo, algo deve ser feito.

Destarte, cabe ao Governo juntamente com Ongs do meio ambiente fazer valer a política dos três R’s reuso, reutilização e reciclagem incentivando ao consumidor doar roupas em centros de recolhimentos instalados nos municípios podendo servir para pessoas sem teto, e os tecidos mais desgastados serem direcionados a reciclagem. Assim, fazer valer Lavoisier.