Desafios da modalidade de ensino EJA: Educação de Jovens e Adultos

Enviada em 15/01/2021

Durante o século XVIII aconteceu a Revolução Industrial, na qual muitos jovens saíram da escola para trabalhar. De forma semelhante ao Brasil, em que uma parcela das pessoas pararam de frequentar a escola para auxiliar na renda da família. Assim, foi criado o EJA (educação de jovens e adultos), que tem como função ser uma maneira alternativa para a conclusão da escola, porém, o investimento do Estado nesse programa é muito pequeno.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o principal motivo da criação do EJA é o número de evasões escolares no Brasil. De acordo com o jornal G1, a evasão escolar gera um ciclo de pobreza, pois, sem completar os estudos, as oportunidades de emprego são escassas. Dessa forma, o EJA consegue auxiliar as pessoas que não terminaram os estudos, criando oportunidades para completar o processo de aprendizagem e, por consequência, resultados em trabalhos melhores.

No entanto, mesmo o EJA sendo essencial para o Brasil atual, o Governo investe pouco dinheiro nesse projeto. Segundo o político Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa que podemos ter”. Desse modo, o EJA é um projeto muito importante para o Brasil, mas tem seu potencial ignorado pelo Estado e, consequentemente, muitas pessoas deixam de usufruir da educação. Logo, conforme as pessoas que não conseguirem participar do EJA, perderá uma chance de ascender economicamente e socialmente.

Portanto, para o EJA ter todo o seu potencial explorado, o Estado e o Ministério da Educação (MEC), devem, por meio de verbas governamentais destinada à educação, fazer um projeto que expanda o EJA uniformemente para todo o Brasil. Nesse projeto, as aulas serão dadas por professores concursados ​​e no período da noite para não atrapalhar o trabalho dos alunos. Somente assim, será possível ter um país mais escolarizado e distante da realidade vivida na Revolução Industrial.