Desafios da modalidade de ensino EJA: Educação de Jovens e Adultos

Enviada em 16/01/2021

Segundo as ideias do educador Paulo Freire, a educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas. Pessoas mundam o mundo. Diante disso, é relevante exprimir que a ínfima educação ainda é uma realidade vigente no Brasil. Desse modo, a modalidade de ensino EJA é demasiadamente proficiente para, à democatização do acesso a informação. Entretanto, as instituições educativas que, visam atender essa população são insuficientes.Dessa forma, a exiguidade estatal concernente à insenção de jovens e adultos em programas educacionais, juntamente com a falta de interesse do público destinado, corroboram para discrepância educacional no Brasil.

Primeiramente, a insuficiência governamental atinente aos não letrados é nitída, visto que, poucas escolas públicas disponibilizam essa forma de ensino com qualidade. Dessarte, consoante o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 11,2 milhões de brasileiros não terminaram os estudos, contudo, apenas  3,5 milhões então matriculados no EJA. Nessa concepção, conclui - se que, os sistemas estatais norteados para paridade da educação são inábeis para, deferir essa população com exatidão. Destarte, em consonância com a teoria da percepção da sociedade, do filósofo francês, Émile Durkheim, abrangem-se duas divisão: normal e patológica. Nesse viés, o Estado encontra-se patológico, dado que, em pleno século XXI a evasão escolar é uma realidade exuberante no Brasil.

Por conseguinte, a falta de interesse por parte desses indivíduos, colabora para não finalização dos estudos. Em vista disso, na maioria das vezes, as pessoas que não terminam os estudos no período certo, comumente não o faz no programa EJA. Em virtude, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 8 milhões de pessoas que frequentaram o curso  até 2006, 42,7% não chegaram a terminá-lo. Sendo assim, de acordo com o filósofo Rousseau, a educação de uma população sintetiza na sua maneira de agir e pensar. Dado exposto, é profícuo que, as pessoas se conscientizem quanto, a importância da formação educacional para uma vida de excelência.

Portanto, a exeguidade do Estado, em conjunto a ausência de interesse alusivo aos beneficiados, prejudica o perfeito funcionamento do programa Educação dos Jovens e Adultos. Dessa maneira, é essencial que o Governo âmplie o projeto EJA, mediante acessão da qualidade da aplicação do ensino, a fim de atenuar a desigualdade educacional. Ademais, é primordial que Ministério da Educação e Cultura (MEC), em comunhão aos veículos midiáticos crie campanhas informativas, por intermédio de plataformas digitais, junto a televisão local, com intuito de conscientizar a sociedade sobre a importância da formação para bem-estar social. Por fim, parafraseando com o Freire, somente por intervenção da educação, será exequível constituir um Brasil melhor para todos.