Desafios da modalidade de ensino EJA: Educação de Jovens e Adultos
Enviada em 08/07/2022
No período de 24 de abril de 2007, criou-se a Educação de Jovens e Adultos (EJA). O projeto consiste na universalização da alfabetização de cidadãos a partir dos 15 anos que não completaram ou abandonaram a educação formal, devido ao precário investimento na educação, falta de interesse, dificuldades financeiras, entre outros motivos. Sob essa ótima, analisa-se a influência da evasão escolar no mercado de trabalho e aumento da desigualdade social.
Em primeiro lugar, é necessário expor que, pela Constituição Federal, a educação básica é obrigatória dos 4 aos 17 anos de idade, de forma que
os estudantes adquiram conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Nesse sentido, observa-se que a escola é um mecanismo que auxilia na formação de cidadãos capazes de transformar a sociedade e torná-la mais justa, distinguindo os direitos dos deveres e os princípos éticos. Contudo, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a taxa de abandono escolar no Brasil era de 5% em 2021. Logo, é de extrema importância que a educação seja mais acessível.
Ademais, segundo o filósofo Sêneca, ‘‘a educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida’’, revelando a necessidade de uma base escolar digna para a manutenção da vida humana. Com o mercado de trabalho extremamente concorrido, por exemplo, é nítido que aqueles com formação estudantil completa possuem maiores chances de conseguirem melhores empregos e renda. Assim, para reduzir a desigualdade social, um dos agentes principais é a escola.
Em conclusão, cabe ao Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Educação (CNE) investir na capacitação dos educadores, por meios de reuniões e conselhos, de forma que os profissionais estejam preparados para ensinar com credor e acolher todos os alunos da melhor maneira. Além disso, a família também necessita de explicar aos filhos a importância da educação e mostrar interesse em apoiá-los nas decisões acadêmicas.