Desafios da modalidade de ensino EJA: Educação de Jovens e Adultos
Enviada em 28/09/2022
A Constituição Federal de 1988 assegura a educação báisca escolar como direito primordial para o cidadão brasileiro. Assim, o Governo Federal a fim de promover a inclusão educacional das pessoas sem educação básica, criou a Educação para Jovens e Adultos (EJA), sendo um importante meio para amenizar a desigualdade educacional. Mas a grande abragência de cidadãos sem formação básica e os caminhos para inclusão dos mesmos é uma grande questão a ser combatida.
Em primeiro lugar, no filme " Que horas ela volta", interpretado por Regina Casé, demonstra como a falta de um currículo ausente de uma educação básica e superior limita a vida da personagem à uma profissão desgastante e de baixa remuneração. Por conseguinte, esse fator antige muitos brasileiros que são expostos a vidas precárias e sem perspectiva de mobilidade social. Com isso, a adequação à uma conclusão escolar, permitirá uma maior possibilidade de uma atividade mais digna e melhor recompensada.
Ademais, a alta desigualdade social e a busca de satisfazer necessidades básicas desde cedo por muitas pessoas, leva-se ao abandono escolar precoce. Com essse viés, o livro " História do Futuro", escrito pela jornalista Míriam Leitão, escancara a realidade educacional brasileira, mas ressalta a importância do EJA como forma de amenizar tal problemática. Portanto, criar mecanismos para manter os jovens até o final do período escolar, possibilitará a redução da desigualdade.
Sendo assim, o Ministério da Educação ( MEC ) deve promover investimentos para ampliação do EJA, como a formação de profissionais e a ambragência em muitas cidades, por meio das secretarias de educação dos 26 estados do Brasil, a fim de promover a redução da desigualdade educacional e a maior possibilidade de ascensão social dos cidadãos brasileiros.