Desafios da modalidade de ensino EJA: Educação de Jovens e Adultos

Enviada em 31/10/2023

No século XVIII, Jean - Jacques Rosseau, desenvolveu o seu manuscrito “Emílio”, o qual conceitua a educação como um meio de encaminhar a humanidade ao euqilibrio natural. Entretanto, o Brasil contemporâneo vai em contraste a esse ponto de equilíbrio ao negligenciar os meios de educação destinados à parcela jovem e adulta da nação. Com efeito, cabe analisar ora a fragilidade do maquinário governamental, ora a falta de ações midiáticas tal qual agentes motrizes ao óbice.

Sob uma primeira tese, é necessário destacar a carência de incentivos por parte da esfera estatal como um fator que desqualifica, paulativamente, o âmbito da educação. Nesse sentido, a filosofia hegeliana afirma que o Estado deve portar uma postura paternalista à população ao garantir seu bem-estar cívico. O cenário político atual, todavia, contrasta à esse ideário ao permitir que os veículos que garantem o acesso á educação aos jovens e adultos, isto é, as unidades onde o programa EJA é realizado, não recebam os recursos necessários á continuidade das ações de ensino-aprendizagem dos discentes. Isto posto, não é razoável, para uma nação que busca a aplicabilidade da isonomia, que o impasse persista.

Em uma segunda análise, cabe citar o desprovimento de campanhas da mídiaticas tal qual um motivador à evasão escolar dessa parcela social. Dessa forma, o magnata Bill Gates afirma ser a mídia o melhor meio para resolução de conflitos interpessoais, pois essa permite o acesso à informação e ao conhecimento. Entretanto, o não planejamento publicitário, de campanhas que busquem explicitar a importância da formação escolar, demostivam à esfera cidadã à ingressar no programa de ensino ao não explicitar os benefícios de participar dos âmbitos da educação. Sendo Assim, garantindo uma sociedade instàvel e desigual.

Em síntese, urge que o Governo atue de forma cabível. À vista disso, o Poder executivo, por meio do Ministério da educação, deve realizar uma consultoria com as unidades que ofertam o programa para avaliar quais recursos precisam ser encaminhados, logo, os ítens em estado deficitário devem ser providenciados, por intermédio de verbas públicas, com o fito de qualificar os meios estruturais para o auxílio dos corpo doscente e discente. Destarte, assegurando o conceito de educação presente em “Emílio”, ao atingir o equilíbrio social e o fim do óbice.