Desafios da modalidade de ensino EJA: Educação de Jovens e Adultos
Enviada em 17/04/2024
A Constituição de 1988 no Brasil fornece garantias ao direito à educação e ao bem-estar social, mas a realização concreta desses direitos é difícil, como evidenciado pela situação crítica das crianças e jovens no Brasil e, em geral, entre os pobres.
Os verdadeiros factores que resultam nesta condição negativa são: a tenra idade em que as pessoas começam a trabalhar e a falta de apoio do estado institucional da educação.
Inicialmente, é evidente que quando os estudantes não se dedicam, eles perdem o interesse pela escola. De acordo com Pierre Bourdieu e suas ideias, o comportamento social é moldado pelo nível de cultura e dinheiro que as pessoas tem. Isso tem a ver com procurar formas de ganhar mais dinheiro, o que pode fazer com que alguém pare de estudar por causa da pressão da sociedade. Então, muitos voltam para os estudos mais tarde do que planejavam.
Além disso, é importante notar que quando escolas não reagem apropriadamente, isso prejudica o ensino de jovens e adultos. Immanuel Kant disse que a educação forma as pessoas. No entanto, parece haver um problema com a organização das escolas e com a qualidade do que elas ensinam. A quantidade de gente aderindo ao programa EJA mostra que muitos não tiveram uma boa base educacional antes. Isso se dá pela falta de atuação do Ministério Público em assegurar educação de qualidade. Como resultado, há muitos analfabetos e pessoas pouco qualificadas no Brasil. Portanto, é crucial implementar medidas do governo para resolver esse problema.
Para vencer os desafios do ensino EJA e melhorar a educação pública, o órgão do governo tem que dar as mãos para o Ministério da Educação. Tem que rolar grana para consertar as escolas e também uns trocados para auxiliar a galera sem muita condição. Tudo isso faz parte de um plano em massa que tem que existir para revolucionar a educação dos mais velhos e de quem está correndo atrás de oportunidades.