Desafios da polícia de fronteira no Brasil

Enviada em 21/06/2020

Atualmente, o Brasil faz divisa com Colômbia, Peru e Bolívia, as três maiores produtoras de cocaína do mundo que ingressam a droga mencionada através do Paraguai que também produz e vende maconha ao Brasil. São mais de 16 mil quilômetros de fronteira terrestre e aproximadamente 7 mil quilômetros de costa marítima, há tentativas de fuga da fiscalização policial por ambas formas de travessia. É necessário que haja um suporte de proteção potente aos policiais para eles  possam combater esse tipo de criminalidade.

Além disso, o narcotráfico é um dos contrabandos mais presente na travessia, de acordo com Oslain Campos Santana. Bandidos fazem de tudo para que a carga possa chegar ao Brasil, sem que os policiais consiga capturá-los. Eles fazem o uso de barcos e canoas para transportar substâncias ilícitas pelo rio e depois pegam uma rota de fuga em meio à mata fechada para escaparem. Pela ponte, muitos bandidos escondem esse tipo de mercadoria dentro de televisões, malas e pacotes de cigarro. Muitos deles fazem o transporte em ônibus de turismo, caminhões de mudança, entre outros veículos comuns.

Do mesmo modo, muitos conseguem atravessar o rio ou a ponte sem passarem pela fiscalização, desencadeando uma perseguição entre os fugitivos e os policiais com um grande risco de perigo. Os bandidos usam estradas paralelas para escaparem entrando em meio à plantações e matas fechadas, em grande escala de velocidade, podendo bater em outros carros que passam pela estrada no momento de perseguição.Um dos métodos usados pelos policiais em movimento é bater no carro fugitivo para que os bandidos parem e se entreguem, podendo causar ferimentos graves em ambos.

Com base nos fatos mencionados, os policiais correm perigo para realizarem seu trabalho. É dever do Estado investir em iluminação nas estradas de terra, um maior monitoramento como câmeras, radares, sensores e satélites na área, na tentativa de diminuir o perigo aos policiais.