Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 08/05/2018
No século VII a.C, a alimentação era baseada no cultivo da agricultura, onde o maior problema era a desnutrição. Diferente dos dias atuais, onde as crianças cada dia mais estão propicias a obesidade. Vivemos em um mundo industrial e tecnológico, o que dificulta á diminuição do aumento do peso infantil. Tem-se como proposta a intervenção dos órgãos públicos para amenizar tais desafios. A industria por sua vez, chegou para facilitar a vida de todos, podendo ter de imediato uma refeição sem se preocupar com o preparo.
Os Fats Foods são exemplos onde além de preparem refeições em minutos usam-se crianças e desenhos animados, como publicidade incentivando o consumo. O que proporciona um grande risco a obesidade. O deputado Luiz Hauly criou uma lei em que proibi qualquer tipo de publicidade que intervem de desenhos animados ou crianças para, com intuito de diminuir o consumo excessivo de alimentos que não faz bem a saúde.
O sedentarismo tomou conta do século XXI, oriundo da tecnologia. Não existe mais brincadeiras de rua, as crianças estão vivendo dentro de seus quartos viciados em aparelhos eletrônicos o que gera uma vida sem nenhum tipo de atividade física, levando assim através da mal alimentação e da falta de atividades a obesidade. Cabe assim a família uma reeducação. O Ministério da saúde e da publicidade, em primeira instância deve aprovar a lei do deputado Luiz, diminuindo assim o incentivo ao consumo através de marketing.
É indubitável que a ausência de medidas preventivas é a principal responsável pela prática de uma alimentação desregular. Isso decorre de uma sociedade capitalista que incentiva por meio de propagandas o consumo exacerbado de alimentos desnutritivos, como lanches que têm como brindes brinquedos e atrações divertidas para o público infantil. Em decorrência disso, as crianças podem desenvolver diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão e outros males.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Torna-se claro portanto o papel fundamental na família em conduzir a criança a uma vida saudável, e de como isso é fator determinante para o fim da obesidade infantil. Nesse sentido, para que o problema possa ser tratado, o Ministério da Saúde deve criar, para a família, projetos de educação alimentar, que conscientizem e os forneçam auxílio de nutricionistas e profissionais da área, através dos centros de assistência social, a fim de que os familiares sejam capazes de preparar as crianças desde pequenas a uma reeducação alimentar, permitindo que a prevenção desse mal possa ser feito em seus lares. Nessa conjuntura, o quadro atual de jovens com esse distúrbio alimentar poderá vir a ser reduzido.