Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 11/05/2018

É indubitável a perspectiva da globalização despertar novos costumes nos hábitos alimentares brasileiros,contando com a influência capitalista e a vinda de empresas especialistas nesse contexto.No entanto, tais costumes exagerados ataca amplamente a faixa infantil, e traz inúmeros danos na saúde corporal,como a obesidade e nos transtornos psíquicos no cenário hodierno.

Primordialmente, desde o processo da Revolução Industrial, houve uma evolução em detrimento de uma mudança no cenário vigente, representando elevação no setor secundário. Com isso, tal desenvoltura encontrou entrelaçado no âmbito alimentício, e demonstra a grande dinamicidade existente nas relações sociais contribuir para a população optar nas refeições mais rápidas e com isso, super calóricas.A partir disso, o público infantil enquadra-se nessa perspectiva por crescer convivendo com as práticas familiares,na qual comumente vezes, se alimentam de maneira errônea.E pela geração infantil frequentar instituições escolares no qual oferecem cardápios gordurosos e sem a devida orientação nutricional,tornam-se principais alvos.Ademais, a ascensão também da indústria cultural perpetua  para uma maior viabilização de refeições em diferentes empresas locais, atraindo-os.

Por conseguinte, em decorrência da mudança no cenário brasileiro e as diferentes ofertas de alimentos, surge diversas doenças biológicas, como a diabetes e com destaque na obesidade, em que segundo o IBGE, 37% das crianças estão acima do peso.Decorre também, para atrasos na capacidade psicomotora destas, como no documentário ‘‘Muito além do peso", em que crianças não possuíam o conhecimento para reconhecer vegetas, concomitante a facilidade na identificação dos industrializados, vide a ideia dos ensinamentos dentro dos estabelecimentos do seu convívio, os induzir a isso.Além disso, após a chegada da fase jovem e adulta, passam a desenvolver doenças psicológicas, como os transtornos alimentares, haja vista à procura do padrão imposto pelos meios midiáticos acabar por realizar os procedimentos sem o auxílio médico e nutricional, levando à casos de mortes precoces.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Deve-se urgir ações estatais junto ao Ministério da saúde no quesito de implantar novos cardápios alimentares, com alimentos saudáveis e  a despeito de alertar,nutricionalmente, para os prejuízos intercalados à obesidade, visando diminuir os índices dessa faixa etária nesse âmbito social. É imprescindível a atuação dos veículos de publicidade barrar a progressão de propagandas de refeições super calóricas e prejudiciais para o público infantil, evitando influenciá-los ao consumo exagerado. Outrossim,advém da participação da sociedade civil para incentivá-los a praticar exercícios físicos e dialogar com os filhos sobre a importância de uma alimentação balanceada, para assim, melhorar a qualidade de vida destes.