Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 11/05/2018

Conhecimento e observação

A princípio o único modo de produção alimentar era agrícola. Porém com o advento das máquinas da revolução industrial, o alimento que antes era colhido e ia direto para mesa, torna-se industrializado, repleto de conservantes e calorias vazias. Consoante à isso, a vida de milhares de crianças e adolescentes vem sendo afetada, que desde cedo adquirem a obesidade.

Ademais, o peso elevado na classe infantil, promove doenças de adultos como anemia, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso, segundo um estudo realizado pelo IBGE, em 2013, cerca de 32% das crianças menores de dois anos, bebem refrigerantes ou sucos artificiais. Outrossim, algo que está bastante enraizado na sociedade brasileira, é oferecer alimento industrializado e em excesso, muito cedo a quem não precisa, e acredita-se também que criança saudável precisa ser gordinha.

Nesse contexto, os malefícios não são somente à saúde, mas também à estética pessoal, acarretando problemas psicológicos de auto-estima e “bullyng”. Principalmente quando se está passando para a fase da adolescência, pois a qualidade de vida já começa baixa e com a continuidade de maus hábitos alimentares ao longo da vida, podem culminar em um adulto doente e infeliz.

Em suma, a educação alimentar deve começar em casa com a família e na escola, oferecendo alimentos saudáveis que agradem o paladar infantil. Ainda mais, proporcionando estímulos à atividades físicas, e visitas aos nutricionistas. Desse modo, segundo o filósofo Cícero, a saúde se conserva através do conhecimento e observação do próprio corpo, ao praticar isso em conjunto com a ação, o índice de obesidade poderá diminuir consideravelmente.