Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 19/05/2018
No desenho do Chaves, o personagem “Nhonho” sofre diversos ataques de bullying em função do seu sobrepeso. Não somente em séries animadas esse problema é existente, mas também nas convivências sociais do mundo atual. A obesidade é um paradigma que atinge inúmeros jovens e crianças, resultando em diversas consequências para esses. A não existência de políticas públicas e a inserção dos “fast foods” na sociedade, apenas colaboram para o aumento desse triste quadro.
Em primeiro lugar, é necessário ressaltar que a falta de programas que incentivem a perda de peso afeta diretamente no obstáculo que é a obesidade infantil. A não existência de locais próprios para a realização de atividades físicas ou de nutricionistas que acompanhem o desenvolvimento alimentar das crianças nas escolas, apenas comprovam esse fato. Colaborando com isso, a falta de acompanhamento por parte dos pais, na alimentação dos filhos, agrava a difícil situação já existente.
Somando esse quadro de desafios, com a atual inserção dos “fast foods” na sociedade, somente um resultado pode existir. Comidas rápidas e mais gostosas, porém calóricas e nada nutritivas, compõe o cardápio que alimenta inúmeras crianças e adolescentes. Esse é um problema que está notavelmente relacionado com a obesidade, mas que diversas famílias ignoram. Segundo a terceira lei de Newton, toda ação gera uma reação por conseguinte, a falta de políticas públicas publicas somadas a intensa inserção de alimentos rápidos e calóricos gera diversas consequências a crianças com sobrepeso, como diabetes, colesterol alto e até depressão.
Diante desse quadro, portanto, são necessárias medidas que possam contrapor esse difícil obstáculo. O Ministério da Educação deve, com o Ministério da Saúde, contratar nutricionistas que acompanhem o desenvolvimento alimentar das crianças e instaurar palestras que trabalhem com a alimentação saudável e regulada, para que o problema possa ser prevenido e não remediado. Somente assim, as crianças não sofreram nem se tornaram futuros “Nhonhos”.