Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 15/10/2018

Democratização da saúde

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a alimentação e exercícios físicos compõem os pilares mais importantes para uma vida longa e saudável. Analisando o pronunciamento do órgão, notamos que essa relação encontra-se distante da realidade, uma vez que o consumo exacerbado de ‘‘Fast Foods’’ em grandes sociedades é justificado pela pressa e o prazer instantâneo.

Dessa maneira, é incontestável que aspectos governamentais estejam entre as principais causas do problema. De acordo com o artigo 3 da Constituição brasileira, o qual explana o dever estatal em construir uma sociedade livre, justa e saudável, garantindo então o desenvolvimento nacional. Entretanto, seguindo os últimos dados sobre o assunto, vemos que a ação legal está oposta a sua efetivação, haja vista que de acordo com a BBC nos últimos dez anos houve um aumento exponencial na quantidade de obesos no Brasil, principalmente em idades inferiores a nove anos.

Da mesma forma, evidencia-se a má influência paterna, uma vez que, a falta de tempo impede uma alimentação completa e saudável. Vale ressaltar ainda que o avanço tecnológico e a praticidade, na mesma medida que nos auxilia, vai tornando o ser humano mais sedentário. Então, podemos considerar esse fator como um retrocesso no que se refere à longevidade, pois a geração do Século XXI possui uma expectativa de vida inferior as demais.

Portanto, o combater a obesidade infantil citada inicialmente, deve-se tornar efetiva, posto que prejudica e afeta as futuras gerações. Sendo assim, o Ministério da educação por meio das secretarias municipais deve fornecer alimentos saudáveis e expandir as atividades metabólicas nas escolas públicas, criando uma juventude consciente. Paralelamente, o Congresso deve por meio legislativo diminuir os impostos de alimentos orgânicos, para que a saúde possa ser democratizada.