Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 30/05/2018
Ao observar o sedentarismo infantil, é inquietante que essa problemática tende a crescer assustadoramente. Trata-se aqui de um problema crônico que tem sido ignorado a muito tempo. De acordo com esse quadro, torna-se necessário evidenciar que esse problema é agravado pelas mudanças alimentares e a violência urbana.
Ao se analisar a taxa de crianças que sofrem com sobrepeso, verifica-se que esse número é superior ao qual deveria ser, segundo pesquisas realizadas pelo Datafolha. Nota-se, que esses jovens na maior parte, tem sua alimentação controlada pelos familiares, que por sua vez tem uma vida muito agitada e corrida, aderindo muitas vezes a “fast-foods”. Cuja seus sabores são deliciosos,mas o excesso de conservantes,corantes e outras substancias sintéticas fazem dos lanches verdadeiras bombas para a saúde, elevando colesterol, índice de gordura corporal e vários outros prejuízos a saúde,principalmente a das crianças.
Uma segunda situação traz à tona a violência urbana, que assola a população. Gerações passadas, tiveram sua infância praticamente na rua, cuja podiam jogar bola, correr, brincar com tudo, e seus familiares não se preocupavam com a violência, pois seu índice era baixo. Assim, tinham uma vida mais saudável, pois tinham a prática de exercitar-se. No entanto, nos dias atuais, deixar uma criança brincar na porta de casa é uma coisa mais complexa, porque as ruas estão perigosas, levando-as a ficar em casa com jogos eletrônicos que não necessitam de nenhum esforço físico. Esse fato contribui com a obesidade.
Diante desse contexto, obesidade infantil, revela que medias devem ser tomadas. Caso contrário, possivelmente teremos cada vez mais jovens com sobrepeso. Contudo, com o devido investimento, propiciado pelo Ministério da Saúde, isso pode ser consertado. Como, por exemplo, criando regulamentações na qual “fast-foods” só possam vender X calorias para crianças de certa faixa etária. E o Ministério da Segurança propiciando ruas mais seguras, para as crianças voltarem a seus velhos hábitos.