Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 14/06/2018

É indubitável que a sociedade atual configura-se moderna, globalizada e extremamente prática. Por conseguinte, os bons hábitos alimentares acabam sendo comprometidos, principalmente em crianças, que devido à fatores comportamentais característicos da conjuntura hodierna, não demonstram nenhuma preocupação em relação à alimentação, o que resulta muitas vezes em uma luta quase eterna contra a balança. Diante disso, torna-se passivo de discussão os desafios enfrentados, hoje, no que se refere à questão da obesidade infantil.

Devido à praticidade, é cada vez mais comum que crianças se alimentem com frequência em fast-foods. E sabendo disso, muitas vezes as empresas procuram incentivar as crianças utilizando personagens animados ou oferecendo brinquedos como forma de atraí-las ao consumo de determinados alimentos, o que muitas vezes funciona. Todo esse desequilíbrio alimentar acaba provocando problemas tanto físicos; como lesões e estrias, quanto psicológicas; como diminuição da autoestima e até mesmo deixa a criança sujeita ao bullying na escola, além de uma queda na expectativa de vida infantil. Nesse sentido, a necessidade de interferência dos pais é grande, seja incentivando a prática de esportes ao menos uma vez por semana, seja controlando o tempo gasto em videogames ou fazendo um acompanhamento com um nutricionista.

No passado, crianças acima do peso eram sinônimo de criança saudável. Porém, com a geração de adultos diabéticos, com problemas cardíacos e pressão alta nítida na sociedade, é inegável que a afirmação é um equívoco. A célebre e atemporal frase de Pitágoras “eduque as crianças, e não será preciso puni-las quando adultas”, encaixa-se à problemática discutida, visto que a educação alimentar é necessária ser ensinada desde muito cedo.

Portanto, é evidente mediante fatos expostos, que para combater à obesidade infantil é preciso principalmente que os pais se atentem aos hábitos alimentares de seus filhos, evitando o consumo excessivo de guloseimas, procurando sempre incentivar brincadeiras ao ar livre que exijam energia e que eles mesmos sugiram para as escolas campeonatos de tema esportivo e aulas de educação alimentar, tudo isso para evitar que as crianças de hoje sejam os adultos doentes de amanhã.