Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 18/06/2018
Antítese alimentícia
Em 1922, ocorreu a Semana da Arte Moderna no Brasil, movimento cultural cujo viés baseava-se na reestruturação dos conceitos estéticos vigentes. Paralelo a isso, tornava-se ascendente o avanço na produção de alimentos em indústrias, que sobretudo visavam ao lucro. Se por um lado, houve a expansão em tal setor; Por outro, multiplicou-se os índices de doenças metabólicas, como a obesidade.
Frente ao progresso da humanidade, a sedentarização causada pelos avanços técnicos trouxe consigo agravamentos enquanto ao sobrepeso. Em consonância à má alimentação, a ausência de exercícios físicos permite o desenvolvimento da adiposidade. Outrossim, a tendência da problemática é intensificar-se, haja vista que torna-se cada vez mais presente a diversidade de produtos repletos de substâncias que facilitam o excesso de peso.
Em suma, dados expostos por argumentos de autoridades, expõem que mais da metade dos brasileiros adultos encontram-se no mapa da obesidade, isto é, com o índice de massa corporal ultrapassando o recomendado. Prova disso, infelizmente, são os altos casos de fatores de risco proporcionados pela doença, como a diabete, hipertensão e colesterol alto.
Assim sendo, consta-se necessário a adoção de medidas que visem atenuar tal epidemia, a fim impedir sua manifestação. O Governo, em parceria com órgãos fiscalizadores, poderia aumentar a fiscalização no tratamento de produtos desde o setor primário até ao consumidor, influenciando à participação de alimentos orgânicos. Além disso, é indispensável a persistência da educação alimentar para todas as idades, visto que nunca é tarde para ter a saúde como preocupação principal.