Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 24/06/2018

A obesidade infantil não é um imbróglio corrente e sim um problema que já está decorrendo a algum tempo, com índices que crescem e decrescem constantemente.

O excesso de peso não afeta unicamente a auto-estima da criança mas também a saúde, propiciando doenças que perduram pela vida toda, como a diabetes. Estima-se que 15% das crianças estão obesas e 8 de cada 10 adolescentes mantêm-se obesos até a fase adulta. É evidente que um dos fundamentos principais para esse mal é a supressão de tempo dos pais, que optam por alimentos de preparo rápido ao invés de pratos saudáveis e nutritivos para seus filhos.

A tecnologia, do mesmo modo, influi os pequenos ao sedentarismo, que priorizam os celulares e computadores e não propõem-se a praticar esportes e realizar atividades ao ar livre.

Dado o exposto, constatamos que a obesidade infantil necessita se findar, pois é uma doença que acarreta consequências manentes, diminuindo até a expectativa de vida da população; Portanto seria de vasta assistência se as empresas alimentícias produzissem alimentos práticos, porém, reduzindo o sódio, açúcares e acrescentando vitaminas. Do mesmo modo, o Ministério da Saúde e o Ministério do Esporte poderiam se unir para a promoção de exercícios, jogos e brincadeiras nos centros esportivos da cidade, juntamente com a disposição de nutricionistas nos postos de saúde para alcançar maior número de pessoas.

Desse modo estaríamos mais próximos de suprimir o excesso de peso infantil.