Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 26/06/2018
O mal do século
. Segundo o filosofo Platão: " O importante não é viver, mas viver bem." Tal afirmação explica a necessidade de se combater a obesidade infantil, visto que as crianças serão a geração do futuro. Nesse contexto há relevantes fatores que devem ser considerados como o despreparo das famílias e o sedentarismo.
Dessa forma, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) a obesidade pode ser considerada como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Assim, pode se relacionar tal doença com o dia a dia cada vez mais corrido das famílias que acabam a optar por comidas mais práticas, como industrializados e “fast foods”. Estes alimentos, dotados de conservantes e carboidratos são os grandes vilões causadores de um aumento excessivo no peso das crianças.
Diante disso, a má alimentação aliada a não prática de execícios, pode acarretar ainda mais problemas não só no sobrepeso mas também em doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão. O Ministério da Saúde mostra que o problema de obesidade já afeta 1/5 da população infantil e pode resultar em uma futura geração de hipertensos. Isso ocorre, uma vez que, há um desequilíbrio energético, entre as calorias consumidas e as calorias gastas.
Portanto, é inegável a importância de buscar métodos para conter o crescimento da obesidade nas menores faixas etárias. Desse modo, a fim de incentivar e melhorar os hábitos alimentares na vida das crianças, é importante que a escola junto das famílias promovam dias da semana voltados para uma alimentação saudável, rica em nutrientes e de baixo valor calórico, acompanhadas do auxílio de um profissional na área da nutrição. Além disso, na tentativa de alertar sobre a relevância dos exercícios físicos, a mídia, com seu poder persuasivo, aliada ao governo devem promover campanhas para demonstrar os diversos problemas que a obesidade pode acarretar o que compromete o futuro dos pequenos.