Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 01/07/2018

Na Pré-História, para se conseguir alimento, era necessário caçar, correr atrás de seu próprio alimento. Quando o alimento acabava, os povos eram obrigados a deixarem aquele local, e buscar novas regiões para viverem. Na Idade Média, o sobrepeso era sinônimo de fartura, beleza e também riqueza. Isso tinha um efeito na sociedade de forma positiva, pois, estar acima do peso, naquela época, era “privilégio” de poucos. Entretanto, hoje no Brasil, a obesidade é tratada como uma problemática que afeta diversas crianças em todo o país.

É inegável que os alimentos direcionados a crianças são alimentos com uma grande concentração de agrotóxicos, açúcares e corante, os quais contribuem para o quadro de obesidade infantil no país. Ademais, as crianças são fortemente influenciadas a consumirem balas, chocolate, refrigerantes e enlatados devido ao grande número de propagandas televisionadas voltadas ao consumo de tais alimentos.

Percebe-se também que, com o avanço dos meios de locomoção, as pessoas tendem a não se locomoverem mais a pé. Os meios de locomoção como carros, elevadores e elevadores, junto com a falta de exercícios físicos, fazem com que as crianças acumulem ainda mais gorduras em seu corpo sem desgasta-las durante o dia, o que afeta ainda mais no sobrepeso da criança.

Mediante a isso, o CONAR deve reduzir o número de propagandas televisionadas no horário da tarde e da manhã (horário este em que a criança, geralmente, está assistindo televisão), com o intuito de amenizar o desejo da criança de consumir alimentos que possam contribuir para a sua obesidade. Junto a isso, o Ministério da Saúde, deve fiscalizar os alimentos com alto teor de açúcar e corante, exigindo que os mesmos sejam reduzidos, por conseguinte, reduzirá a relação entre tais alimentos e o quadro de obesidade infantil no Brasil.