Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 22/07/2018
É incontrovertível negar que no Brasil, a obesidade infantil se alastrou apressuradamente na última década. Nesse contexto, com a vulnerabilidade das crianças e uma visão ancestral inferiorizada por parte de alguns pais, a obesidade infantil tem se mostrado cada dia mais ameaçadora ao futuro dos mesmos.
Dados da OMS -Organização Mundial da Saúde- revelam que, no Brasil, crianças e 5 à 12 anos estão cada vez mais obesas e sedentárias, sendo 9,4% das meninas e 12,7% dos meninos. Isso ocorre, pois a má informação sobre os problemas que a obesidade pode acarretar no futuro das crianças, por partes dos pais, ainda é latente.
O Brasil é um dos países com maior índice de obesidade infantil do mundo. Apesar disso, nunca houve uma tão forte sensação brasileira de “vida saudável”. O que ocorre, é que os pais estão cada dia mais em busca do seu corpo perfeito e acabam por esquecer o corpo e a saúde dos filhos. Essa visão arcaica, de criança ser apenas criança e que sua única obrigação é brincar e comer “besteiras”, acabam culminando nos dados supracitados.
Não obstante vetusta, a ideia de que a obesidade infantil não é culpa das crianças e sim dos responsáveis que à cercam, se identifica no campo hodierno. Contudo, é necessário uma intervenção não somente dos pais, mas também, do governo atravancante, que tem se mostrado arcaico em relação a tal assunto.
Por fim, conclui-se que, a necessidade de intervenções governamentais, por meio de projetos em redes sociais, escolas, rádio entre outras, que cheguem até os pais e culminem no fim da má saúde das crianças e, ademais, para uma vida mais duradoura e feliz dos mesmo é inexorável, pois como supramencionado, a culpa não é da crianças, mas sim da leiguice daqueles que à cercam.