Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 26/07/2018

Os casos de obesidade infantil são cada vez mais crescentes no Brasil, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). E a alimentação baseada em industrializados e comidas rápidas corroboram ao fator de risco dessa doença crônica. Dessa forma, crianças têm se tornado propensas às doenças cardíacas e acomodadas no sedentarismo.

Diante do contexto, a vida prática da contemporaneidade indicam a preferência das famílias a alimentos processados. Achocolatados, biscoitos recheados, sucos de caixa … Esses são alguns exemplos de comidas que estão na mesa dos brasileiros, onde são atribuídas nas crianças boa parte das consequências. Esses alimentos possuem baixo valor nutricional e alto valor calórico capaz de causar compulsão alimentar. E o acúmulo da gordura não queimada expõe o risco a doenças como insuficiência cardíaca e a doença coronária, por exemplo.

Ademais, o sedentarismo fomenta essa realidade. Em 2011, nos Estados Unidos, a cantora Beyoncé com a ex primeira-dama Michelle Obama, promoveram uma campanha para acabar com a obesidade infantil no país, denominada “Let’s Move! Flash Workout.” Tal projeto incentivava as crianças a movimentar o corpo e driblar o mal da obesidade, trazendo resultados benéficos à causa. Nesse exemplo, torna-se perceptível que a prática da atividade física pode reverter esses quadros e mudar a vida das crianças.

Em suma, a alimentação baseada em industrializados e comidas rápidas é um dos desafios do combate à obesidade infantil. Portanto, é necessário que os PSF (posto de atendimento familiar) unidos a profissionais de educação física e nutricionistas, promova mensalmente, nas unidades de atendimento, palestas e aulas sobre alimentação familiar, mostrando as opções de substituição dos processados nas mesas brasileiras, e desenvolvam atividades esportivas voltada às crianças.