Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 31/07/2018
Desde os primórdios da humanidade, os ancestrais tinham o costume de armazenar seus nutrientes adquiridos por meio da própria ingestão, já que não tinham lugares para estocarem seus alimentos. Partindo desse tema, a obesidade, principalmente a infantil, constitui, com influência desses hábitos dos seus primitivos, um fator de risco para a atualidade. Deste modo, medidas são necessárias para resolver o impasse.
Dados do Ministério da Saúde aponta que uma em cada três crianças brasileiras entre 5 e 9 anos está com excesso de peso e 8,4% dos adolescentes são obesos. Sendo assim, hábitos como a cultura dos fast foods juntamente com o estilo de vida do século XXI acaba ofertando para essas pessoas opções que são práticas, mas não saudáveis e com isso acarretando diversos problemas.
Essas doenças conhecidas como crônico-degenerativos na maioria das vezes não tem cura, como hipertensão, doenças cardiovasculares, colesterol alto, que aliado à falta de atividades físicas agrava ainda mais essas crianças. Pode-se citar também o desmame precoce que é recomendado até os seis meses, mas exames nacionais mostram que mães amamentam em média por 1,8 mês.
O Ministério da Saúde juntamente com o MEC poderia implementar em escolas campanhas e palestras a fim de discutir e expor os riscos que essa realidade pode acarretar. E também que a educação alimentar comece desde cedo nos lares. Afinal, como disse Pitágoras, ‘’Eduquem as crianças e não será necessário punir os adultos.