Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 10/08/2018

Muito se tem discutido acerca dos desafios alimentares no século XXI no Brasil e no mundo. Após a criação do ‘Fast food’, devido ao aumento do ritmo da globalização, a maneira se se alimentar e os alimentos consumidos se modificaram. A preferência por alimentos industrializados e altamente calóricos, alterou não só a média do peso, mas também a mentalidade das crianças e jovens, e atrelado aos avanços tecnológicos, propiciou para sedentarismo e consequentemente doenças precoce.

Majoritariamente os avanços tecnológicos, principalmente as redes de computadores e celulares, trouxeram inúmeros confortos que os jovens dos séculos passados desconheciam, entretanto, no que tange à esforço físico e vida ativa, as crianças e jovens do século XXI conhecem, mas evitam. O estilo contemporâneo têm acarretados nas crianças consequências gravíssimas, por exemplo, o risco prematuro de doenças cardiovasculares e articulares, malefícios antes encontrados na maioria dos casos em idosos.

Conforme Newton, para toda ação há uma reação de igual intensidade em sentido contrário. Dessa maneira, as más ações dos pais e também das publicidades infantis têm propiciado mudanças alimentícias na vida das crianças, tendo em vista que 8,4% dos adolescentes são obesos e que já é decretado pelo Ministério da saúde como um fator de risco a saúde mundial a obesidade infantil, evidenciando nesse caso necessidade de mudanças na configuração da alimentação dos brasileiros, trocando uma alimentação frenética, por alimentos mais saudáveis e inclusão de atividades físicas.

Em síntese, a obesidade infantil permanecerá como um desafio a ser vencido, não só pelos pais, mas também pelo Ministério da Saúde. É necessário que se destinem maiores investimentos públicos nas escolas para introdução de palestrar e acompanhamento nutricional para jovens e adultos, como também maiores incentivos de atividades físicas, como gincanas e aulas de natação, a fim de estimular a qualidade de vida dos jovens.