Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 14/08/2018

Nesse últimos anos, a obesidade infantil vem aderindo proporções cada vez maiores começando a se tornar nocivas, principalmente, quando se trata de saúde pública mundial. A OMS (Organização Mundial da Saúde) vê esse problema se tornando cada vez maior na América Latina, com tendência de crescimento muito mais perceptivo em crianças e adolescentes.

A obesidade é um distúrbio alimentar que pode acarretar em diversas doenças crônicas-degenerativas, como é o caso do alto colesterol, cardiopatia e diabetes que é um dos males que mais esta presente na sociedade brasileira. Quando tratamos de crianças com um excesso de peso elevado, devemos levar em consideração que estas serão nossos adultos de amanhã, e se desenvolverem maus hábitos alimentícios combinado juntamente com a ausência de atividades físicas teremos então adultos doentes.

Antigamente ser gordinho era considerado um sinal de saúde, o que hoje podemos perceber que não é verdade, já que esse peso excessivo pode acarretar em doenças graves, anteriormente mencionadas. Com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia as crianças passaram a apresentar comportamentos mais sedentários, abandonando as brincadeiras que tinham movimentação e maior gasto de energia por horas e horas paradas na frente de vídeo games e outros aparelhos eletrônicos modernos. Esse comportamento juntamento com a onda de fast food e alimentos ultra processados tem contribuído de forma alavancadora para o aumento da obesidade no Brasil e no mundo.

Algumas pesquisas indicam que 80 % das mulheres que engordam muito durante a gestação tem filhos com sobre peso, e dentre dessas crianças as com quatro e cinco anos a chance de se tornarem adolescentes obesos é quatro vezes maior. A obesidade em si não é tratada ainda e sim os problemas que ela causa, o que dificulta numa futura erradicação dessa problemática. As crianças e adolescentes que sofrem desse mal ainda tem que se preocupar com um outro obstaculo a ser enfrentado que é o bullying, sofrido por elas levando a uma baixa da autoestima e distúrbios psíquicos.

Portanto, para evitar esse distúrbio que é o excesso de peso entre crianças deve-se agir de forma conjunta pais, estado e escola. O estado colocando em vigor políticas de controle, prevenção e combate a obesidade infanto-juvenil, as escolas devem aderir a propostas de alimentação balanceada e saudável guiadas por nutricionistas e é dever dos pais controlar o excesso de “besteiras” que seus filhos comem, saber dizer não quando for preciso e começar um incentivo maior na pratica de esportes.