Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 28/09/2018
A obesidade tem afetado grande parte da população infanto-juvenil, com o grande acesso a redes fast-food, refrigerantes, doces e alimentos congelados fazem com que os pais deixem de lado a parte mais tradicional com uma alimentação rica em nutrientes para a parte mais fácil, rápida e prática. “Uma a cada três crianças possui o excesso de peso e 8,4% dos adolescentes são obesos.” As crianças não saem mais para brincar na rua, fazer exercícios físicos, ficam somente dentro de casa assistindo TV, jogando videogame ou mexendo em tablet, isso causa o sedentarismo que acompanha a obesidade.
Os riscos de doenças crônico-degenerativas são grandes, como diabetes, colesterol e triglicerídeos alto, hipertensão, problemas cardiovasculares e respiratórios, apneia, desvio da coluna, estrias, lesões nas articulações e baixa autoestima. Fora o risco de distúrbios psicológicos por conta do bullying praticado com obesos.
A obesidade não deveria ser tratada somente como um aumento de peso porque ela pode ter sido acarretada de outros fatores, como os biológicos, comportamentais, socioculturais, ambientais e econômicos. Por conta disso o obeso teria que fazer consultas com psicólogos e agentes da área para melhor resultado.
Há três prioridades essenciais para a criança não chegar aos pés da obesidade, são elas: alimentação saudável, atividade física e qualidade do sono. Em escolas deve ser passado e praticado isso desde crianças como ter uma alimentação saudável, brincar ao ar livre, usar e abusar da criatividade que faz com que a criança e adolescente coloquem que este sim é uma qualidade de vida boa e que no futuro não terá preocupações; e em casa pelos pais deve ser passado o papel mais claro pois a criança se espelha nos pais, então como diz o ditado : " tudo começa dentro de casa."