Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 12/10/2018

Levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostra que um terço das crianças brasileiras de 5 a 9 anos está acima do peso e 8 a cada 100 adolescentes são obesos. Essa realidade preocupante está relacionada com práticas prejudiciais a saúde. Logo, é necessário adotar medidas educativas que estimulem os hábitos saudáveis desses jovens e alertem quanto as consequências da obesidade infantil.

Segundo o político e ativista social Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que existe para mudar o mundo. Consequentemente, se crianças são orientadas a praticar exercícios físicos aliados a uma dieta balanceada, a quantidade de jovens acima do peso tende a diminuir. Infelizmente, muitos pais deixam seus filhos dias inteiros comendo “fast-foods” e brincando com aparelhos eletrônicos, quando deveriam incentivá-los a ingerirem vegetais e exercer atividades aeróbicas como forma de lazer.

Além disso, o excesso de tecido adiposo podem acarretar sérios problemas à saúde dos jovens, como aumento do risco de diabetes, baixa auto-estima, hipertensão, complicações respiratórias, dentre outras patologias. Ademais, dentro de duas ou três décadas, muitos desses adolescentes, hoje obesos, podem falecer precocemente caso seu quadro não mude.

Portanto, é preciso educar os jovens para que estes passem a ter hábitos saudáveis e tenham conhecimento dos males da obesidade. Os pais devem estimular seus filhos a práticas benéficas a saúde, por meio da participação direta deles no processo, como realizarem passeios de bicicleta diários com seus herdeiros e lanches em família a base de frutas e sucos naturais em parques, de modo que os jovens associem esses hábitos saudáveis ao prazer. Ademais, é necessário que o governo, em parceria com as escolas de todo país, alerte os jovens sobres as consequências da obesidade, através da contratação de nutricionistas para realizarem palestrar semanais sobre o tema em todas escolas do país. E assim, promover a diminuição do tecido adiposo das crianças e adolescentes brasileiros.