Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 17/10/2018
Na Roma antiga, estar a cima do peso significava fartura. Porém este contexto não se encaixa na sociedade contemporânea, já que a obesidade tem sido a vilã na maioria das famílias brasileiras. Fato que infelizmente se introduz na vida infantil velozmente com o decorrer dos tempos. É certo que, os primeiros anos de vida exigem de certa forma um cuidado maior na questão alimentar, já que, o organismo de uma criança é mais frágil nesse início de vivência. Deveras, se os tutores possuem maus hábitos, consequentemente as crianças estão propensas a terem. Esta situação é preocupante, pois, segundo o Ministério da Saúde metade da população brasileira está acima do peso, mostrando que se a conduta alimentar nacional não mudar, daqui a algumas décadas nossas crianças serão adultos doentes. De fato, apesar das escolas introduzirem um cardápio balanceado com o objetivo de um melhor rendimento acadêmico e um contato com a alimentação saudável, ainda é muito difícil desconstruir os costumes presentes na atualidade, como a refeição frequente sendo fastfood, a ingestão de grandes quantidades de açúcar e sódio e o sedentarismo. Aliados, geram graves consequências para a população infanto-juvenil, como problemas cardíacos, respiratórios e futuramente além de outras doenças a diminuição da autoestima. Portanto, visto o exposto, é certo que medidas são necessárias para combater a obesidade infantil. O ministério da educação em parceria com o ministério da Saúde, devem continuar incentivando a alimentação saudável nas escolas, não somente com um cardápio balanceado, mas também com palestras dirigidas por nutricionistas, com o propósito de conscientizar sobre os riscos de uma alimentação inadequada. Ademais, as famílias devem adotar costumes mais saudáveis visando incentivar as crianças desde cedo a terem uma qualidade de vida melhor. Assim, com muita dedicação será possível combater este mal que afeta a sociedade.