Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 23/10/2018

’’ Eu acredito que podemos mudar o mundo com a alimentação ‘’. Para a chef e nutricionista Bela Gil, a alimentação é um fator de mudança. No entanto, o alto índice de obesidade infantil e suas consequências se tornaram um desafio a ser enfrentado. Nesse contexto, e necessária a ação de diversos setores sociais para mudar esse cenário.

A priori, de acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma a cada três crianças se encontram obesas no Brasil. Nesse sentido, o excesso de peso pode acarretar doenças como diabetes, hipertensão e altos níveis de colesterol, além disso, pode comprometer as articulações. Dessa maneira, a falta de uma dieta equilibrada associada a exercícios físicos contribuem para manutenção dessa situação.

Ademais, vale ressaltar que muitas crianças obesas sofrem com transtornos psicológicos. Dessa forma, por não estarem satisfeitos com sua aparência corporal sofrem com insultos e apelidos no ambiente escolar e familiar, pondo dessa forma em pratica a lei de Newton, a qual afirma que toda ação tem uma reação, assim, a pratica de bullying acarreta em depressão e problemas de baixa autoestima.

Portanto, torna se evidente a necessidade de medidas que alterem esse cenário. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde realizar campanhas de educação alimentar em centros comunitários e escolas para que as crianças e familiares aprendam a importância de uma alimentação equilibrada e de exercícios físicos. Além disso, o Ministério da Educação deve criar programas de acompanhamento psicológico para as crianças com obesidade para que não sofram com problemas psicológicos. Assim, a alimentação será um fator de mudança positivo como acredita Bela Gil.