Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 26/10/2018

Graças a Revolução Industrial no século XIX, o homem se revolucionou em um curto espaço de tempo. Trazendo diversas inovações na área da tecnologia e alimentação. No entanto, esse mesmo avanço trouxe novos vilões para a saúde humana que, junto com a estimulação do conformismo, se tornou o mal das novas gerações na era contemporânea. Em razão disso, vale a discussão de como o mundo virtual e o consumismo são os responsáveis por esse problema.

Primeiramente, a era digital criou novos prazeres que fez as novas gerações se estagnarem do mundo real. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Folha de São Paulo, 82 % dos jovens passam a maior parte do dia na internet. Dessa forma,  grande parte deles desenvolvem o sedentarismo que por sua vez, agrava nos avanços da obesidade infantil já que, esses adolescentes e crianças acabam não realizando a pratica de esportes, jogos populares ou outras atividades físicas por estarem presos dentro de uma bolha presa entre uma tomada e um aparelho eletrônico.

Em segundo lugar, outro aspecto que agrava essa situação é o hipnotismo existentes nas propagandas de alimentos. Empresas como McDonald’s, Burger King e Nestle utilizam em  seus meios de divulgação personagens de desenhos, filmes e brinquedos na tentativa de atrair o público jovem para consumi-los. Por sua vez,  isso acaba sendo prejudicial devido que, na  fabricação desses produtos são utilizados gorduras e composições químicas que são nocivos para o bem-estar, pois são responsáveis por desenvolvimento de doenças como colesterol e diabetes.

Fica claro, portanto, que a obesidade infantil, se não tomada as medidas cabíveis, tende-se tornar um estigma para as futuras gerações. Para isso não ocorrer, as escolas em parceria com os pais podem criar projetos de educação alimentar, por meio de palestras e esportes em conjunto. Dessa forma, os jovens são estimulados a realizarem atividades físicas e os pais orientados em relação ao uso excessivos dos aparelhos eletrônicos. Além disso, o Ministério da Saúde, junto com os meios de comunicação, devem criar propagandas que alertam sobre os perigos de alimentos indústrias. Assim, os pais podem controlar o consumo dos filhos para que os mesmos não desenvolvam possíveis doenças ligadas a obesidade futuramente. Com isso, consegue-se garantir uma melhor qualidade de vida para as novas linhagens.