Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 30/10/2018
No livro, “Homo Sapiens: Uma breve história da humanidade” de Yuval Harari, exibe a teoria do “gene guloso”, a qual faz uma relação entre os desejos que impulsionam a alimentação compulsiva com costumes pré-históricos. Tal passagem pode se ligar a ascensão da obesidade infantil na atualidade, que por motivos de tempo e educação alimentar errônea, afetam a saúde de crianças e adolescentes.
Como foi mencionado, com o ritmo acelerado do cotidiano da maioria dos indivíduos e o aumento das redes de fast-food no Brasil, a alimentação é deixada como segundo plano, promovendo o consumo exacerbado de alimentos não saudáveis. Destarte, a educação alimentar é pouco discutida, assim, uma grande parte das pessoas não tem conhecimento da importância na qualidade de vida das crianças. Devido a isso, teremos 11,5 milhões de menores obesos até 2025 segundo o site da BBC.
Ademais, a alimentação saudável tem um papel insubstituível na saúde de crianças e adolescentes. A obesidade infantil pode levar cegueira total, aumento no bombeamento cardíaco, infarto, AVC entre vários outros problemas no organismo, e mesmo depois de várias pesquisas comprovando que a obesidade pode ser tratada em casa, esse problema grave continua ignorado.
Entende-se que, devido ao exposto são necessárias medidas de reeducação alimentar promovidas pela escola com palestras desde o ensino fundamental, recebendo reforços da família, que deve fazer um controle sobre a alimentação em casa. Desse modo, Bela Gil, chef e nutricionista poderá concretizar sua frase: “Eu acredito que podemos mudar o mundo através da alimentação”.