Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 08/11/2018

Obesidade Infantil: o mal do século XXI

No atual panorama social, o consumo de comidas com alto teor de gordura tem crescido bastante e levado muitas pessoas, principalmente o público infantil, a se alimentarem de forma inadequada e nem um pouco saudável, causando muitas vezes, a obesidade.

Isso ocorre principalmente por causa da praticidade dos alimentos industrializados, que demoram pouco tempo para serem preparados, e pelo preço de muitos alimentos orgânicos  e mais saudáveis serem bem altos. Então as pessoas optam por alimentos prejudiciais à saúde humana. Já na infância, algumas causas são determinantes para a obesidade infantil como o sedentarismo, a tecnologia e o desmame precoce, por exemplo.

A obesidade infantil atinge atualmente dez vezes mais crianças e adolescentes do que na década de 70. Isso significa que o grupo de indivíduos entre 5 e 19 anos que estão acima do peso saltou de 11 milhões naquela época para 124 milhões. Este dado foi um estudo liderado pelo Imperial College de Londres e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os pesquisadores compararam dados sobre o peso de crianças e jovens em 1975 e em 2016, e verificaram que, nestas quatro décadas, o índice de obesos cresceu de 0,7% para 5,6% entre meninas, e de 0,9% para 7,8% em meninos. Segundo o relatório apresentado, se esta tendência dos últimos anos continuar, em 2022 haverá no mundo mais crianças e adolescentes com obesidade do que abaixo do peso.

Por este motivo, deve-se encontrar uma solução para o problema o mais rápido possível, pois, além de diminuir a auto-estima, pode causar problemas graves de saúde, como diabetes, colesterol alto, doenças cardíacas, problemas nos ossos e articulações, entre outros.

Podemos prevenir a obesidade infantil por meio de acompanhamento da criança, monitorando seu peso e preenchendo as curvas de crescimento de forma correta. Também se devem fazer palestras, alertando pais, crianças e adolescentes sobre os riscos dessa doença e sobre  o consumo de alimentos mais saudáveis.

Devemos então tomar consciência dos riscos desta doença, tanto para crianças, quanto para adultos e idosos, tendo uma alimentação mais saudável e livre de produtos industrializados e com alto teor de gordura.