Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 20/02/2019
O grito dos adiposos na infância
Com o advento das Revoluções Industriais, a criação de “fast foods” e enlatados começaram a ser uma prática mais comum na forma de alimentação entre crianças e jovens (principalmente) e adultos. Devido a isso, a falta de preocupação com a alimentação passou a ser mais comum, deixando a população mais propensa a comer produtos com alto teor de gordura e não saudáveis fazendo com que as células adiposas absorvam mais gordura, desencadeando assim na obesidade infantil (em especial).
Em primeira análise vale ressaltar que são diversos os fatores que contribuem para o excesso de peso em crianças como fatores genéticos (quando pai e mãe são obesos os filhos provavelmente serão), sedentarismo, má alimentação, dentre outros. Segundo “O Globo”, 9,4% das meninas e 12,7% dos meninos estão acima do peso e estimativas da “BBC News” afirmam que em 2025 o país terá cerca cerca de 11,3 milhões de crianças e jovens obesos se medidas não forem tomadas. Os alimentos ricos em açúcar e gordura, principalmente os industrializados é a principal razão para alta de peso, associado ainda a falta de exercícios físicos praticados por esta parte da população. Fatores psicológicos também influenciam no desenvolvimento de tal processo.
Outrossim, caso não aconteça a diminuição da obesidade infantil problemas de saúde mais graves serão causados como colesterol e pressão alta, doenças cardiovasculares precoces, diabetes, problemas nos ossos, articulações e pele. Além disso, reconhece-se que a sociedade não é totalmente neutra em relação ao preconceito então muitos destes sofrerão com situações desagradáveis em relação a ter excesso de peso, aumentando o bullying e cyberbullying contra estes. Desânimo, cansaço e pouco rendimento escolar são ainda fatores propiciados pela persistência da obesidade.
Em síntese, medidas devem ser tomadas para combater o excesso de peso nessa faixa etária, a prefeitura de cada cidade deve investir no maior contrato de nutricionistas especializados para que estes tenham um acompanhamento devido evitando assim a obesidade, cada escola possuir em especialista na área de alimentação para que não seja vendidos alimentos indevidos nas cantinas e possuir disciplinas incentivando a prática de atividade física, orientação aos pais através dos colégios em que os filhos estudam para que estes busquem comprar produtos orgânicos e não os industrializados. Além disso, cabe a mídia aumentar o número de propagandas mostrando os malefícios do excesso de absorção de gordura pelas células adiposas, incentivando na compra de produtos saudáveis e prática de exercícios físicos.