Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 22/03/2019

“Criança saudável é criança gordinha”. Quem nunca ouviu essa frase? Trata-se de um conceito antigo, repassado pelos mais velhos e que muitas vezes tende a amenizar os riscos da obesidade infantil. Entretanto, diante do aumento de crianças obesas, torna-se necessário combater não só esse pensamento, mas também o próprio sobrepeso.

Além de ser vista como sinônimo de saúde, existe a crença de que o emagrecimento virá com a fase de crescimento, dessa forma, tem-se a presença de dois impasses. Primeiramente, a obesidade não é apenas uma doença de fator físico mas, principalmente, de fator psicológico. Por esta razão, uma criança que se acostuma a comer mal na infância não irá mudar esse hábito em sua fase adulta, pelo contrário, tende a se agravar.

Em segundo lugar, está presente os efeitos da negligência  dos pais em relação ao sobrepeso dos filhos. Sabe-se que a obesidade vem acompanhada de riscos à saúde, como problemas cardíacos, diabetes, alto nível de colesterol, entre outros. Entretanto, esse fator não tem recebido a devida atenção, já que ocorre o atraso do combate a obesidade. Desse modo, doenças que poderiam ser evitadas ainda na infância, irão surgir e se agravar, de forma a serem tratadas apenas na fase adulta.

Assim sendo, percebe-se o poder que os pais tem para combater a obesidade infantil e como os mesmos não tem tido conhecimento desse fator. Por esse motivo, através de propagandas, a mídia em parceria com profissionais de saúde iria abordar a importância desse combate ainda na infância e os perigos de adia-lo, para que os pais entendam os pensamentos errôneos que estão tendo a respeito do assunto e recebam instrução de como agir.