Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 23/05/2019

Segundo as teorias lamarckiana, o meio induz mudanças nas formas e hábitos dos indivíduos. Em conformidade, no mundo contemporâneo, a taxa de obesidade vem crescendo, segundo o Ministério da Saúde (MS) metade da população brasileira está acima do peso. Assim como, a obesidade infantil cresce a cada ano. Haja vista que, a falta de tempo dos pais atrelado a alta tecnologia, tem como corolário um alto consumo de alimentos ultraprocessados e sedentarismo.

‘‘A priori’’, de acordo com o MS, 60% das crianças com menos de dois anos de idade, consomem regularmente alimentos industrializados. Em virtude de, esses alimentos, muita das vezes, são mais gostosos (por conter mais açucares ou gorduras saturadas), atrativos e convenientes para os pais. Tendo em vista que, grande parte dos pais trabalham fora, saindo cedo e chegando a noite, deixando seus filhos em escolas, creches, babás ou adolescentes em casa, quiça, não podendo cuidar da alimentação dos seus filhos.

‘‘A posteriori’’, a alta tecnologia presente na vida das crianças corrobora para o sedentarismo. De tal forma que, crianças que antes brincavam de pular corda e correr, brincadeiras que tinha um alto índice de gasto calórico, atualmente passam maior parte do seu tempo sentadas com seus celulares e jogando ‘‘video game’’. Outrossim, à má alimentação associada ao sedentarismo resultará na obesidade, que é clinicamente caracterizada como o excesso de gordura no organismo, provocando vários problemas de saúde não só física, como também psicológica (bullying e transtornos).

Em suma, são necessárias medidas que atenuam o impasse. Desse modo, é imperioso uma ação do MS, em consonância com o Ministério da Educação, que deve, por meio de acordos com as escolas, criar projetos educacionais, como palestras, aulas nutricionais com aulos e pais, com o fito de, análogo à teoria lamarckiana, seja mudado o meio e assim os hábitos da má alimentação, desse modo, erradicar cessar a obesidade infantil.