Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 19/09/2019

Na década de 1960 inicia-se a revolução verde, na qual ocorrem investimentos em indústrias no meio rural para benefício social. No entanto, dentre os malefícios ocasionados por esse, há a industrialização exacerbada de alimentos geneticamente naturais a fim de promover consumo fácil e comodo à sociedade, ocasionando doenças crônicas e riscos principalmente ao desenvolvimento infanto juvenil.

Em princípio, alimentos industrializados promovem praticidade mas acarretam graves consequências a sociedade. Os produtos tidos como acessíveis e de fácil consumo são os maiores causadores de danos a saúde- ricos em sódio, conservantes, açucares, e gorduras trans. Há um aumento de 60% da obesidade mundial por efeito desse. Consequentemente, inicia-se nos indivíduos doenças crônicas prejudiciais á saúde. Em suma, o cuidado alimentar é essencial para uma vida saudável e ativa desde a infância.

Ademais, a genética e o mal exemplo familiar induzem crianças ao descuidado com a nutrição. Desde o útero, existe a influência no futuro do feto. Os riscos de o mesmo desenvolver obesidade é de até 80%, sendo herdado de seus pais. Já na infância, o hábito nutricional é descendente da alimentação de seus familiares, induzido diariamente. Logo, a mudança nos costumes parentais promovem benefícios futuros aos indivíduos ocasionando ciclos benéficos.

Fica evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para tais ações. Compete ao ministério da saúde a contratação de nutricionistas para a orientação de pais e filhos -principalmente na área maternal até o ensino fundamental - no cuidado a saúde e organização nutricional. Por conseguinte, o Ministério da educação juntamente com professores e merendeiras escolares com intuito de estimular a alimentação saudável deverá promover aulas didáticas para tais alunos. Desse modo, haverá uma revolução benéfica a toda sociedade.