Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 29/10/2019

A tecnologia revolucionou, de fato, as esferas publicitárias e dinamizou a viralidade de informações acerca da saúde. No que concerne ao uso da propaganda, as mídias fortaleceram o fenômeno da massificação do consumo, e dessa forma, houve a adesão desenfreada dos alimentos industrializados, aumentando os índices de obesidade, principalmente entre crianças.

Esta condição possui fatores econômicos e sociais. A praticidade em comidas prontas através da indústria alimentícia, propiciou efeitos duradouros nos organismos das crianças: riscos de desenvolverem doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes. Agregado à isso, o precário atendimento aos doentes nos órgãos de saúde pública age como alicerce para ascensão desse problema em todo território.

É importante analisar primeiramente o desleixo em meio acadêmico no que diz respeito a regularidade de práticas esportivas. Isso acontece de maneira corriqueira, sendo capaz de contribuir à futuras limitações, advindas do sobrepeso. Ademais, a falta de apoio dos familiares na divulgação de informações congruentes ao assunto, desaviam a consciência sobre os riscos.

Nota-se, além, que o favorecido número de casos de obesidade infantil, sucedeu-se das mídias sociais e propagandas que, através da vulnerabilidade infantil alcança seus poderes de persuasão, influenciando nos adeptos de vida, principalmente relacionados à alimentação. Sendo assim, é notória a necessidade de elaboração de propostas que intervenham esta condição.

É dever do governo sintetizar a proliferação de propagandas alimentares de cunho disfarçado sobre as reais consequências no desenvolvimento das crianças, e que o Ministério da Educação expanda a grade escolar, com a inserção de atividades fisiológicas e interativas. Logo, será possível dar continuidade à vida saudável das crianças no Brasil.