Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 16/10/2019

A partir da revolução industrial ocorrida na Inglaterra no século xviii, no âmbito alimentício, foi inserido novas técnicas a fim de ampliar a produtividade e o lucro. Entretanto, em consequência a tais mudanças, a utilização de produtos prejudiciais à saúde foram absolvidos pelas empresas. Contudo, proporcionada pela fácil persuasão e grande poder apelativo, crianças e jovens tonaram-se publico alvo de tais companhias, o que resultou na potencialização de doenças crônicas em tais indivíduos.

Vale ressaltar, em primeiro plano, segundo estatísticas do O Globo nos últimos 5 anos houve um aumento de 60% de bebês nascidos obesos, isso ocorre, em grande parte, devido a falta de estruturamento dado aos sistemas de saúde. Sob este viés, a ausência de exames e acompanhamentos hospitalares a gestante resulta em torná-la mais suscetível as alimentações inadequadas haja vista a falta de auxílio profissionais. Ademais, de acordo com o médico grego Hipócrates, sobre a alimentação, a mesma seria a própria medicina do ser. Entretanto, nota-se uma inercia a tal ideologia na sociedade contemporânea a qual segundo IBGE a obesidade é responsável por 7% de todas as mortes ocasionadas no Brasil em 2015, em que encontra-se em maior número crianças e adolescentes.

Em segundo plano, uma das ideologias transpostas pela escola de Frankfurt no século xx, consiste em que todos os defeitos da humanidade começam com a família, a mesma que representa primordialmente entidade moral que a encontram. Contudo, a participação familiar é inexoravelmente inegável ao controle da alimentação infantil, e sua negligência e falta de controle representa um dos males vividos atualmente, devido a possível consequências em relação a saúde como obesidade, problemas cardíacos e respiratórios aos futuros indivíduos ativos na população.

Conforme informações supracitadas , fica evidente que existem obstáculos para erradicar a obesidade infantil no Brasil, sendo preciso intervenção. Cabe à Receita Federal destinar uma parcela dos impostos de renda para a criação de programas, com o Pré Natal, com o intuito de acompanhar a alimentação da gestante, por intermédio de nutricionistas, visando o equilíbrio alimentar. Além disso, o Ministério da Educação deve propor mais aulas de Educação Física, a fim de estimular a criança na prática de esportes.