Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 15/10/2019
John Locke, em seus textos, aborda o contrato social, que garantia o direito de necessidades básicas aos cidadãos, como o sistema de saúde público. Entretanto, essa medida é insuficiente se o indivíduo não cuidar de sua própria saúde. Hoje, no Brasil, a população infantil é vítima da obesidade, visto a ausência de exercícios físicos e a alimentação inadequada dessas crianças. É essencial, então, que o Governo busque soluções para esse problema.
Nesse contexto, um dos maiores fatores que contribuem para a obesidade infantil é a alimentação inadequada. Com a modernidade líquida de Sygmunt Bauman, as pessoas, cada vez mais, optam por comidas rápidas e com menos nutrientes. Consequentemente, o consumo desses alimentos, como os “fast foods”, por exemplo, promove a digestão de um grande teor de gordura e de substâncias não saudáveis para o organismo da criança. Portanto, o Governo Federal, com o apoio do Ministério da Saúde, teria de veicular informações sobre a importância de uma alimentação saudável.
Ademais, a falta de atividades físicas na rotina infantil também agrava essa doença. Assim como Albert Einstein dizia, tornou-se aterrorizante a maneira como a tecnologia ultrapassou a noção de humanidade. Com a expansão da Era Tecnológica no Brasil, as crianças, ainda pequenas, se encontram suscetíveis ao manuseio de aparelhos eletrônicos, o que resulta na falta de incentivo à exercícios físicos. Assim, a infância dessa e das futuras gerações fica restrita à vida virtual, o que faz com que a saúde desses indivíduos fique em segundo plano.
Em vista disso, a fim de incentivar a prática de esportes, o Governo Federal deveria, auxiliado pelo Ministério da Educação, promover a conscientização da população por meio de palestras em locais públicos ou, até mesmo, na televisão, que abordem a relevância das crianças fazerem exercícios físicos, para que, então, a saúde dessas seja valorizada desde cedo.