Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 17/10/2019
Há alguns anos, ser gordinho era sinônimo de saúde, pois crianças subalimentadas eram mais frágeis a doenças. Entretanto, atualmente a cena reverteu-se, percebido que a obesidade infantil se transformou uma grave desafiação a ser enfrentado. Apesar de, tal problema provém da falta de informação no período gestacional e a ausência da prática de esportes. De acordo com o doutor Dráuzio Varella, gestantes que vigiam a alimentação correm riscos 80% menores de ter filhos obesos. Contudo, o crescimento do percentual de crianças obesas afirmam que mães não estabelecem regras no que comem, realidade essa devida a falta de esclarecimento nos meios públicos, seguido da contribuição histórica. Junta-se a isso a inexistência de incentivo a realização de atividades físicas, desejando a melhoria da saúde. O vício em celulares acarreta em um elevado nível de sedentarismo no público infantil. A nomofobia, nome dado à essa doença recente, afeta principalmente os jovens e é agravada pela falta de controle dos pais sob tal assunto. No século XX, as crianças passavam o dia brincando nas ruas, e assim, exercitando-se. Porém, com a inserção do celular tão cedo, os jovens se exercitam menos, ocasionando em uma geração preguiçosa, obesa e com doenças subsequentes, como diabetes e colesterol alto. Portanto, o panorama tomado pela obesidade infantil está intrinsecamente ligado à má alimentação e sedentarismo. Sob esse viés a questão obesidade infantil não é apenas para ser lidado pelo governo, mas também pelas famílias e a sociedade. O governo deve aumentar os projetos, que estejam voltados para o incentivo da alimentação correta e incentivos de atividades físicas. Junto ao governo, os pais precisam ter participação constante, pois devem levar para casa o que for bom para a sua saúde e a dos seus filhos, mostrando-os que a vida saudável é o melhor caminho. A sociedade permanecendo unida, expandindo seu conhecimento sobre uma alimentação adequada, poderá transformar a realidade do mundo, e as chances de um país salubre poderá aumentar até 100%.