Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 23/10/2019

Promulgada em 1948, pela ONU, a DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos) garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar. Entretanto, a atual alta taxa de obesidade entre os brasileiros contradiz o ideal supracitado, ao ameaçar a saúde, por acometer os órgãos e o funcionamento adequado do organismo, o que interfere no corpo humano por causa dessa doença crônica. Desse modo, a má alimentação, aliada ao sedentarismo, constroe, principalmente, o quadro anteriormente exposto.

Em primeiro lugar, os maus hábitos alimentares de muitos brasileiros propicia que a dieta diária seja composta por alimentos extremamente calóricos, acima da quantidade de calorias utilizadas para o funcionamento do corpo, a qual é depositada seu excesso em gordura. Nesse âmbito, nos séculos posteriores ao XV, o escorbuto se tornou a doença temida pelas tripulações dos navios, por ocasionar muitas mortes. Tal doença ocorre devido a carência de vitamina C por essas pessoas, devido a pouca/escassa reposição nos longos trajetos das viagens. Assim, o corpo humano é mantido pelo equilíbrio dos elementos e composto no seu interior, em que o excesso ou a falta desregulam e interferem na saúde do indivíduo. Logo, a grande quantidade de gordura interfere no adequado funcionamento dos órgãos e do corpo.

Por conseguinte, o sedentarismo se encontra cada vez mais presente na vida dos brasileiros, o qual acarreta a pouca/escassa prática de exercícios físicos e/ou atividades que promovam gastos calóricos. Nesse contexto, a Terceira Revolução Industrial, que ocorre no século XXI, revolucionou o modo de realização das relações sociais e do laser na sociedade, por meio de tecnologias que promovem que tais ações sejam realizadas sem a movimentação do indivíduo. Sendo assim, o sedentarismo é impulsionado e a realização de exercícios físicos é desmotivada, o que leva ao aumento da possibilidade da ocorrência da obesidade, visto que ações capazes de reverter o quadro são imotivadas pelas tecnologias.

Portanto, a partir dos argumentos supracitados, o Ministério da Saúde deve modificar os hábitos alimentares e motivar a prática de exercícios físicos, combatendo o sedentarismo - principalmente àquelas pessoas com pré-disposição genética à obesidade. Tal ação deve acontecer por meio da maior participação e inclusão de nutricionistas nos espaços de atendimento à saúde da sociedade. Deve-se, também, realizar campanhas que incentivem a prática de exercícios físicos e o laser ao ar livre, sem a presença de tecnologias. A partir de tais ações, poder-se-á diminuir o índice de obesidade e melhorar a saúde no Brasil, o que efetiva a DUDH.