Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 30/10/2019

A comodidade tecnológica do século XII impulsionou o sedentarismo. Desse emergiu-se uma problemática ainda maior: a obesidade, sobretudo, à infantil. Essa doença causa sérios riscos à saúde. Portanto, torna-se essencial que medidas sejam tomadas a fim de combate-la.

A princípio, para entender uma das causas da obesidade infantil é necessário uma análise da cultura social vigente. Para a escola filosófica de Frankfurt, o capitalismo propiciou uma industria cultural. E dela adveio a massificação do consumo e da produção. Aliada à mídia essa industria proliferou uma cultura do fast-food e outros alimentos extremamente prejudiciais à saúde. Dessa forma aos poucos esse grupo conseguiu substituir a razão crítica pela razão instrumental, onde na última, se torna normal a inserção desse produtos.

Outrossim é o sedentarismo provocado pelo estilo de vida urbano. No mundo contemporâneo, devido a falta de segurança, ou mesmo, a atrativos como os smartphones, cada vez mais crianças e adolescentes deixam de praticar atividades físicas. Desse modo, é possível traçar um escala evolutiva gradativa entre o comodismo, sedentarismo e a obesidade. Essa, por sua vez, pode implicar em sérios problemas na saúde como: diabetes, pressão alta e gordura no fígado.

Em suma, é preciso que o Estado por meio de verba pública intervenha nas relações sociais. O Ministério da Educação, deve realizar campanhas conscientizantes entre os pais e filhos. A fim de educar sobre a obesidade infantil e formas para combate-la, como por exemplo, incentivando à pratica de atividades físicas. Por fim, é necessário, que haja uma reavaliação e regulamentação das atuais leis de marketing midiático vigentes, para confrontar as políticas do consumismo capitalista. Assim, a sociedade poderá gozar de uma vida mais saudável atrelada a razão crítica teorizada pela escola de Frankfurt.