Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 01/11/2019
Em concordância com o Instituo de Ciência e Tecnologia e Qualidade, a obesidade infantil no Brasil cresceu em 14% desde 2018. Esse mal relaciona-se com o novo estilo de vida do século XXI, mas muitas vezes também está envolvido com padrões genéticos. Independente das causas, o apoio as crianças em situações críticas como essa é fundamental e deve ser uma luta de toda a sociedade.
Em primeiro lugar, há de se analisar os motivos que causam esse incremento na obesidade infantil. A causa mais aparente relaciona-se ao novo estilo de vida. Videogames, tablets, celulares, toda essa tecnologia fornecida muito cedo as crianças cadenciam elas a ter uma vida mais sedentária, longe da prática de esportes e fixados na tecnologia. E esse é o primeiro ponto a ser combatido, afinal como diz o monísmo de Hegel “Muda-se a realidade a partir da mudança de consciência”.
Em segundo lugar, há dois fatores que se relacionam muito. O primeiro é que a obesidade infantil pode decorrer de um fator genético, então não seria necessariamente uma “culpa” de alimentação ou hábito de vida. E o segundo é que muitas vezes a criança não tem a maturidade para lidar com esse problema, visto que muitas vezes é vítima de bullying, e portanto deve estar devidamente acompanhada da família e profissionais da sáude. E esse é o principal fator, pois o conhecimento e a educação são a forma que o ser humano tem de evoluir e contornar situações como essas. É conseguir sair da “caverna” e quebrar preconceitos como bem é dito no Mito da caverna de Platão " A sociedade está presa ás aparências e não consegue enxergar a essência.
As relações afetivas devem comandar todas as ações humanas. A obesidade infantil é um problema grave que pode trazer enormes prejuízos no decorrer da vida. Portanto, o combate a obesidade não é algo singular, a luta envolve a família, os amigos e principalmente a sociedade. Todos devem olhar com zelo e agrega a máximas Shakerperiana “Ame tudo, confie em alguns, não faça mal a ninguém”