Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 12/02/2020

Há alguns anos a obesidade infantil era vista como sinônimo de saúde, pois crianças subnutridas eram mais vulneráveis a doenças. Entretanto, hoje o cenário reverte-se, dado que a obesidade infantil tornou-se um grande desafio a ser enfrentado no Brasil. Conquanto, o problema advém da carência de informações alimentares na gestação, aliada à falta de atividades físicas na infância.

É necessário pontuar, de início que gestantes que gestantes que cuidam da alimentação correm riscos 80% menores de terem filhos obesos. Entanto, o aumento da porcentagem de crianças obesas confirmam que mães não estão regrando o que ingerem. Fato recorrente a falta de informação, associada ao apoio histórico de que mulheres durante a gestação devem ingerir alimentos por duas pessoas, gerando um desequilíbrio. Dessa maneira, faz-se necessário acrescentar o acompanhamento de uma nutricionista no pré-natal, garantindo a estabilidade na alimentação das gestantes.

Outrossim, não menos importante, ressalta-se a elevada interferência do meio tecnológico nesse contexto, pois tornou-se comum crianças trocarem brincadeiras e esportes ao ar livre pelos jogos onlines. Também inclui-se a falta de apoio, visto que atividades esportivas são realizadas apenas em aulas de educação física. Nessa perspectiva, o aparecimento da obesidade junto às doenças como, diabetes e colesterol, aumentam drasticamente.

Portanto, são necessárias medidas capazes de diminuir essa problemática. Para tanto, cabe a Receita Federal, destinar uma parcela de impostos para a criação de programas atualizados de pré-natal, que acompanhem as gestantes com o intermédio de uma nutricionista, visando o equilíbrio alimentar. Além disso, o Ministério da Educação, deve propor mais aulas de educação física, a fim de estimular as crianças a praticarem  mais esportes. Dessa forma, o Brasil conseguirá minimizar as casos de obesidade infantil, construindo uma sociedade mais saudável.