Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 01/07/2020

Os alimentos ultraprocessados tem ganhado cada vez mais espaço nas prateleiras dos supermercados e, não consumi-los se tornou um grande desafio. Nessa lógica, a ingestão de calorias diárias ultrapassam a quantidade necessária para manter o corpo em condições adequadas. Dessa forma, vê-se que o hábito de consumir comidas sem valores nutritivos tem conquistado o paladar das novas gerações.

Sabe que, uma alimentação rica em gordura leva o mal funcionamento do sistema fisiológico. Em virtude disso, o perfil das crianças da idade moderna está acima índice de massa corpórea adequada. Para exemplificar o supracitado, cita-se uma pesquisa da OMS (Organização Mundial da Saúde) no qual diz que, 41 milhões de crianças com até 5 anos estão na margem do sobrepeso. Isso demostra, que os novos hábitos estão tornando os jovens cada vez mais afastados da alimentação adequada e com valores nutritivos importantes para o seu bom desenvolvimento.

Ademais, é importante ressaltar que a obesidade vai além de um problema estético. Nesse sentido, o sobrepeso pode causar diabetes, problemas cardíacos e má formação no esqueleto. Segundo a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), 15% das crianças sofrem com essas doença. Por conseguinte, é válido ressaltar que a vida sedentária facilitada pelos avanços tecnológicos fazem com que as crianças modernas não precisem movimentar para quase nada. Dessa forma, percebe-se que a ausência de atividade física é um fator preocupante para o desenvolvimento da obesidade infantil.

Em suma, combater o consumo de alimentos ultraprocessados e falta de atividades físicas é um complexo desafio hodierno. Par isso, os pais como responsável por construir hábitos dos seus filhos, deve seguir uma alimentação balanceada, evitar o consumo de comidas ricas em gorduras e estimular a prática de exercícios. Essa ação deve ocorrer de forma lúdica, ou seja, tornar o hábito agradável, para que assim, as crianças possam se interessar por uma vida mais saudáveis. Só dessa forma, o Brasil torna-se-á uma nação com estatísticas menos elevadas para a obesidade infantil.